EDP vai iniciar experiência comercial de power line em 2004
A EDP admitiu que pretende levar a cabo uma experiência comercial com power line (serviço de Internet de banda larga e voz sobre IP) durante este ano.
A experiência terá como potenciais clientes 2,8 milhões de utilizadores, distribuídos por 300 mil prédios e cobertos por 14.700 postos transformação. Este mercado potencial corresponde à rede de baixa tensão da EDP, excluindo zonas rurais com menos de 5 mil habitantes.
Para que EDP e ONI possam colocar no mercado uma oferta comercial deste tipo é necessário que algumas questões regulatórias sejam clarificadas, quer do lado da electricidade, quer principalmente na área das telecomunicações, onde existem lacunas relativamente a este tipo de situação.
O power line (PLC) está a ser testado pela generalidade dos operadores de electricidade europeus existindo já um número considerável destas entidades com ofertas comerciais disponíveis no mercado. A tecnologia, que utiliza a rede eléctrica para fornecer serviços de Internet e voz através de ondas electromagnéticas, existe há cerca de 20 anos, mas os elevados custos e questões de compatibilidade acabaram por não permitir o seu desenvolvimento.
Quando mais oferta melhor.
Esperemos que a experiência seja um sucesso.
É mais uma alternativa para o consumidor, em termos de serviço e de custo.
A ver vamos como diz o cego. Mas tal como o Victor refere existindo isto há 20 anos e pelo que se vê não é esta a opção dos paises desenvolvidos, se calhar dará para pensar que não
seja a escolha mais adequada. Seja como fôr nós cá estamos prontos a aceitar toda a evolução que esta e outras matérias nos possam proporcionar.
Raul, esta como outras técnicas, que já estão disponíveis há muitos anos e não são postas em prática, tem a ver com questões económicas. Ou seja enquanto que a tecnologia não tiver custos acessíveis não são postas no mercado. Por exemplo, já há muitos anos que é possível criar diamantes artificialmente, no entanto o custo de produção é similar ou superior aos naturais, portanto economicamente supérfluos. Aqui passa-se algo similar, se introduzisem esta tecnologia a preços muito altos ninguém as compraria.
Afixado por: vmar em janeiro 18, 2004 06:38 PMqual será a velocidade?
Afixado por: eueueu em fevereiro 12, 2004 11:43 AMPara mais informações:
http://computer.howstuffworks.com/power-network.htm
http://www.powerlinefacts.com/
nos EUA a velocidade standard vai dos 1Mbps a 14Mbps.
No entanto em Portugal não devemos esperar mais do que os famosos 512 ou 640 Kbps disponibilizados pela ADSL ou Cabo (viva Portugal).
Falta também saber se irão existir limites de download e o preço do serviço.
Nos EUA é possivel adquirir equipamento para ligar 2 computadores em rede por apenas 50$.
Bernardo comparar os EUA com Portugal nas questões de acesso e preços de telefone e Internet é como....passar do dia para a noite. A esperança é que atrelados e obrigados por directivas de UE consigamos recuperar algum atrazo. Sobre o aparelho para ligar 2 PC - penso que a referência vai para um "router"- por cá já é possível comprar um router por cerca de 85 euros para ligar até 4 PC's - solução cá da casa.
Afixado por: vmar em março 7, 2004 04:16 PMDesculpa, não me fiz entender... são aparelhos de transformação de linha de tensão electrica (220V) para transmissão de dados. Pois outra das vantagens da Power Line reside no facto de podermos ligar os computadores em rede em qualquer ponto da casa onde haja ponto de saida electrico, formando rede automáticamente, não sendo necessários "hubs", "switches", "routers" ou qualquer outro aparelho deste tipo.
Verifiquei já haverem na internet lojas portuguesas a cobrar 91€ por um deste aparehos (USB to Power Line Converter).
http://www.enafer.pt/catalogo/index.php?cat=170
A minha comparação era em relação a estes, visto três aparelhos (dois computadores e uma impressora) nos EUA custarem 50$. Se as propostas se mantiverem o custo para dois aparelhos em Portugal será de 182€ e para três (com a impressora)de 273€. Sabendo que os aparelhos são universais, ou seja, são compativeis quer com tensões de 110V a 60Hz (EUA), como com tensões de 220V a 50Hz (Europa), resta saber qual o preço do pacote da ONI e se valerá a pena comprar antes nos EUA.
Cumprimentos
Bernardo
Bernardo a confusão também foi minha. Devia ter percebido que o aparelho em questão era o Power Line Converter – o ADSL ajudou ao baralhanço. Por cá os aparelhos devem ser caros, como é costume, pelo menos nos primeiros anos e partindo do principio que a tecnologia terá êxito cá no burgo. No esquema apresentado, penso que uma solução de rede sairia mais económica, com um PC a fazer de servidor. Não sei se há Power Line Converter com funções semelhantes ao “router” ( deixava de ser necessário o PC servidor). De qualquer forma a montagem de rede anularia a necessidade de comprar vários Power Line Converter, que também não sei se seria possível por parte do fornecedor ( seria necessário um identificador múltiplo).
Mas vai ser complicado, pois os preços dependem da massificação e a concorrência do cabo e do ADSL não vai ficar a olhar.
Sobre a possibilidade de comprar o aparelho no estrangeiro, não sei. A NetCabo obriga a comprar os modems deles; no ADSL parece que já há alguma abertura. Além disso, em caso de mau funcionamento o aparelho “estrangeiro” é logo cotado como o mau da fita.
Fazendo uma adenda ao comentário anterior há o Power Line to Ethernet Bridge por 135.42 que penso será a solução para a rede.
Afixado por: vmar em março 10, 2004 01:30 AMA PLC não é crescimento sustentável.
Se já existe há 20 anos, não foi adoptada porque nesse tempo utilizava-se muito HF, as chamadas ondas curtas.
A verdade é que as broadcastings internacionais, emissoras de ondas curtas, estão a desenvolver a transmissão digital para essas mesmas bandas, que proporciona muito boa qualidade rádio, ao contrário daquilo que ainda hoje por lá se ouve.
A verdade vem no fim. Mas continuando o exército, marinha e aeronáutica militares, e a aeronáutica civil, servem-se de ondas curtas.
A verdade é que inclusive a marinha usa radiolocalização. Em ondas curtas, claro. Existe acerto horário e as chamadas balizas. Em ondas curtas.
Os radioamadores utilizam ondas curtas.
As ondas curtas estendem-se dos 3 aos 30MHz, e é dentro desta faixa que funciona o Power Line Communications, comunicação por Linhas de Potência, com um tal de protocolo X10, creio. Se nao for este será outro, mas a interferencia causada prolonga-se por dezenas de quilometros a partir do fio da rede electrica, o que contamina todo o ambiente radioelectrico de toda uma vasta faixa de frequencias.
Chama-se a isto crescimento não sustentado. Seria como deitar uma gota de óleo num balde de água. Porque uma gota de óleo é suficiente para contaminar 25 litros de água. Fiquei parvo.
A transmissão deve ser feita pelo menos com outro fio bem perto, para que haja a minima impedancia. Ora, não havendo senão um fio, nada impede que a tensão vá em parte para o éter. Estarei certo? E para não falar de que a rede electrica em parte precisa de sérias substituições de isoladores, entre outros materiais, que fazem por vezes que em certas zonas a escuta de ondas curtas seja impraticável.
O custo de instalação de cada cliente, diz a Oni, vai depender do numero de aderentes, mas esperam que seja de 200 Euros por cada.
Burra é a PT de ainda andar com a porcaria da taxa, podia bem covnerter isso em um preço um niquinho mais caro em cada período, e acabava com a taxa. Mas não, deixa que os seus clientes escapel para o telemovel. Ah, a Vodafone oferece chamadas mais baratas no pacote Pro (mínimo 15 Euros/mês), ligo para a fixa e para a Vodafone a 12 centimos/min, para os Eua e a CEE a 24 centimos... E PARA A TMN A 36, hihihi!!! E a Vodafone tem telemoveis MAIS EM CONTA PORQUE TENHO UM NOKIA 3200 POR 75 EUROS, mando msgs de borla no site da Vodafone, recebo os meus mails pelo telemovel e não pago mais por isso!!!
Eu até dizia mais, mas não vale mais bater no ceguinho, porque só vê quem quer!!!
Cumprimentos, Sergio Oliveira - Fátima.
Afixado por: Sergio em março 15, 2004 05:33 AMObrigado Sergio - Fátima pelos esclarecimentos técnicos. A questão do PLC era a credibilidade face ao ADSL e ao cabo por questões técnicas - nalguns paises parecem razoavelmente resolvidas, segundo dizem - e no caso de ir avante mais um elemento concorrencial no mercado.
Afixado por: vmar em março 15, 2004 06:27 PMNo fim do meu curso tocou a min desenvolver um projecto no qual era sobre PLC. Fiz um termómetro Digital de transmisão por Rede Electrica. No estudo que fiz principalmente no manual do projecto onde tinha que falar muito em permenor como funciona a rede electrca adquiri muito conhecimento a nivel desta tecnologia. É uma tecnologia que existe a mais de 15 anos. mas de acordo com algumas desvantagens desta tecnologia Portugal não vai muito beneficiar desta tecnologia, porque a PLC exige zonas com pouco ruido e interferencias, e a melhor forma de evitar isso é colocar os cabos suterrados, o que e pouco comum em Portugal (mais nas grandes cidades). por exemplo nas aldeias como vão fazer, vão ter que suterrar esses cabos todos, ja estou vendo os custos. e sem penssar que o que ha mais em portugal é pequenas vilas e aldeias onde ha muito consumo Multimédia que sem eles fazia diferença de lucros. Acredito que nas grandes cidades onde as normas de instalações de cabos (Instalação obrigatória suterrado) terá sucesso. mas atenção que estas expriencias da EDP ainda vão durar anos, porque isso não é assim tão facil de implementar como se penssa.
espero uma opinião vossa do meu desabafo. passr bem.
Tec: José Fernandes
Afixado por: José Fernandes em setembro 2, 2004 01:10 PM